Uma solenidade realizada na última sexta-feira (01) no Pelotas Parque Tecnológico marcou a inauguração do memorial Eládio Dieste. O espaço idealizado pelo curso de Arquitetura e Urbanismo da Católica de Pelotas (UCPel) como forma de homenagem ao engenheiro e arquiteto uruguaio contou com a presença de autoridades e já está aberto para visitação.

Composta por painéis com informações e fotos das obras de Eládio, a exposição foi elaborada em parceria com o Programa de Extensão de Apoio às Práticas Patrimoniais da UCPel. O espaço, que tem como objetivo tornar conhecidos os projetos de um dos destaques da arquitetura na América Latina, também possui impressões 3D, desenvolvidas na Maquetaria Digital da universidade. 

O reitor da Católica de Pelotas, José Carlos Bachettini Júnior participou da solenidade. Durante sua fala, destacou a importância do curso de Arquitetura e Urbanismo na concepção da exposição e salientou sua emoção em dividir o momento com os acadêmicos da universidade. “Como é o nosso projeto pedagógico institucional de ensinar atendendo, nunca fugimos desses pedidos para apoiar nossa sociedade, principalmente em uma questão de cultura e memória que é um dos objetivos dessa pequena universidade no sul do Rio Grande que se chama Universidade Católica de Pelotas”, enfatizou Bachettini.

A atividade que está integrada na programação alusiva aos 210 anos de Pelotas, contou com a presença da prefeita Paula Mascarenhas. Em seu discurso, a chefe do Executivo destacou o talento de Eládio Dieste e lembrou que o projeto do prédio onde funciona atualmente o Parque Tecnológico conta com características arquitetônicas criadas pelo engenheiro e arquiteto. 

O memorial está instalado no Pelotas Parque Tecnológico, localizado na avenida Domingos de Almeida, 1785, Areal. A visitação pode ser feita durante o horário de funcionamento do local, de segunda a sexta das 8h às 19h e aos sábados das 7h às 12h.

Sobre o homenageado

Eladio Dieste foi um engenheiro e arquiteto uruguaio que desenvolveu ao longo de sua trajetória profissional a técnica da cerâmica armada, entre meados dos anos 40 até o final da década de 90 do século passado. Seu trabalho teve reconhecimento nacional e internacional, com obras espalhadas pelo Brasil, Argentina e Espanha.

Redação: Kauã Blank

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