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Acadêmicos do curso de Arquitetura e Urbanismo da Católica de Pelotas (UCPel) apresentaram esta semana um diagnóstico para a revitalização da praça Angelino Goulart e do Teatro Municipal Ludovico Pórzio, em Pinheiro Machado.

O projeto é uma ação do núcleo de extensão do curso — composto pelos programas Sustentabilidade no Habitat Social e Apoio às Práticas Patrimoniais, e pelo projeto Maquetaria Digital. Os dados, frutos de levantamentos in loco, foram exibidos ao prefeito Ronaldo Costa Madruga em uma reunião.

Após uma visita de reconhecimento dos locais, o material foi organizado e um diagnóstico foi estruturado. Foram identificadas  características, potencialidades, deficiências e limitações dos espaços, comenta Daniele Luckow, professora do curso e coordenadora do Programa de Apoio às Práticas Patrimoniais. 

Algumas sugestões e soluções já foram apresentadas durante a reunião, mas, ainda segundo a docente, no próximo semestre será proposta uma audiência pública com a população da cidade. “Faremos um encontro entre Poder Público e comunidade para apresentar esse diagnóstico e levantar sugestões. É importante que as pessoas estejam integradas nesse processo, que sintam que fazem parte dessa construção”, conclui.

Na reunião com o prefeito estiveram presentes alguns alunos de Arquitetura e Urbanismo da UCPel e os professores Daniele Luckow, Ricardo Mendez, Joseane Almeida, coordenadora do Programa de Extensão Sustentabilidade no Habitat Social, e Laura Zambrano, coordenadora da graduação.

Os locais a serem revitalizados

No coração da cidade, a praça Angelino Goulart é ponto de encontro dos pinheirenses. Com largos caminhos principais, monumentos com referências históricas e árvores antigas de grande porte, o espaço, segundo o diagnóstico, se beneficiaria de melhor distribuição do mobiliário urbano, locais de lazer, melhor iluminação, entre outras sugestões propostas pelo núcleo. 

Em frente à praça, o Teatro Municipal Ludovico Pórzio já foi palco de muitas solenidades, eventos e peças. Com um grande valor histórico, arquitetônico e cultural, foi construído em 1938, mas hoje está fechado. No levantamento, feito pelo núcleo de extensão, foi constatado que o prédio necessita de adequações em suas instalações, adequações de acessibilidade e recuperação das estruturas do telhado e do piso.

Redação: Caroline Albaini